Nesta madrugada, o Espírito Santo de Deus fez uma cobrança clara, direta e profunda ao meu espírito:
“Onde está a autoridade que Eu lhe dei?”
Não foi uma pergunta para gerar medo, mas para despertar consciência espiritual. O Espírito me fez lembrar de algo essencial: eu não sou devedor. Sempre busquei cumprir minhas obrigações diante de Deus, caminhar em disciplina, temor e compromisso com o chamado recebido.
Então veio a ordem:
“Não abra mão de algo que é seu!”
Essa palavra revelou algo ainda mais sério: há um ataque arquitetado por Satanás e seus demônios, não apenas para enfraquecer, mas para retirar autoridade, anular o chamado, destruir o ministério e romper a comunhão com Deus.
Esse ataque não se limita à pessoa, mas alcança também a família, porque o inimigo sabe que, quando não pode atingir diretamente o propósito, tenta atingir os vínculos.
A estratégia é antiga:
exclusão, isolamento, desgaste, perseguição e tentativa de silenciamento — tudo isso usando pessoas que se permitem ser instrumentos do mal.
“O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância.”
(João 10:10 — palavras de Jesus)
AUTORIDADE NÃO SE NEGOCIA
Jesus não pediu que Seus discípulos implorassem autoridade. Ele concedeu.
“Eis que vos dei autoridade para pisar serpentes e escorpiões e sobre todo o poder do inimigo; e nada vos fará dano algum.”
(Lucas 10:19)
O Espírito deixou claro: o objetivo do ataque era retirar autoridade, porque quando a autoridade cai, o chamado enfraquece; quando o chamado enfraquece, o ministério é atacado; e quando o ministério é atacado, a comunhão com Deus é o alvo final.
Mas Jesus também declarou:
“O príncipe deste mundo vem, e nada tem em mim.”
(João 14:30)
Essa é uma afirmação poderosa: Satanás só atua onde encontra legalidade. Onde há fidelidade, não há domínio.
MOISÉS: UM EXEMPLO DE QUEM NÃO ACEITOU HUMILHAÇÃO
Ao lembrar da história de Moisés, fica evidente que Deus não levanta Seus servos para serem humilhados, anulados ou silenciados.
Faraó tentou:
Desmoralizar Moisés
Desacreditar sua liderança
Oprimir o povo
Impedir o cumprimento do propósito
Mas Deus foi claro:
“Deixa ir o meu povo, para que me sirva.”
(Êxodo 9:1)
Moisés não negociou princípios. Não aceitou acordos parciais. Não abriu mão daquilo que Deus havia determinado.
Ele exigiu, em nome do Senhor, tudo aquilo que havia sido ordenado.
Isso nos ensina que não aceitar opressão espiritual não é soberba — é obediência.
ATAQUES ESPIRITUAIS USAM PESSOAS, MAS A ORIGEM É MALIGNA
A Bíblia nos alerta claramente:
“Porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas contra principados, potestades e forças espirituais do mal.”
(Efésios 6:12)
Pessoas podem ser usadas, conscientemente ou não, mas a origem do ataque é espiritual.
Excluir, perseguir, tentar matar reputações, ministérios e comunhões é obra direta do inimigo.
Mas a Palavra também garante:
“Nenhuma arma forjada contra ti prosperará.”
(Isaías 54:17)
O QUE DEUS DEU, NINGUÉM TIRA
Nem homens.
Nem sistemas.
Nem líderes.
Nem demônios.
“Os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis.”
(Romanos 11:29)
Se Deus chamou, ninguém deschama.
Se Deus ungiu, ninguém remove a unção.
Se Deus confiou um ministério, ninguém pode destruí-lo.
Jesus foi categórico:
“Ninguém pode arrebatar da minha mão.”
(João 10:28)
Isso inclui vida, família, chamado, autoridade e comunhão.
CONCLUSÃO: É TEMPO DE EXIGIR EM AUTORIDADE
O Espírito Santo deixou claro:
não é tempo de recuar, é tempo de se posicionar.
Não abrir mão de direitos espirituais não é orgulho — é fidelidade ao chamado.
Não se calar diante do ataque não é rebeldia — é obediência.
“Maior é o que está em vós do que o que está no mundo.”
(1 João 4:4)
Se houve livramento, é porque ainda há missão.
Se houve ataque, é porque há propósito.
Se Deus preservou a vida, é porque ninguém tem autoridade para tirar o que Ele deu.
Aquilo que Deus lhe entregou, homem ou demônio não pode tomar!

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