Imagine um funcionário da Coca-Cola entrando nas dependências da Pepsi-Cola. Lá, um conhecido começa a falar mal da empresa onde ele trabalha. Imediatamente, ele reage: — Eu sou funcionário da Coca-Cola. Ela paga o meu salário e garante o meu sustento. Não admito que você fale mal dela na minha frente! Essa postura revela algo importante: identidade e pertencimento produzem posicionamento. Enquanto aquele homem se reconhecia como funcionário da Coca-Cola, ele não precisava que seu chefe estivesse presente para defender aquilo a que pertencia. Sua postura era consequência do vínculo que possuía. Mas imagine uma segunda situação. Agora, esse mesmo homem foi demitido. Ele retorna à Pepsi-Cola e encontra novamente o mesmo conhecido, que começa a falar mal da Coca-Cola. Desta vez, ele responde: — Concordo com você. A Coca-Cola realmente não presta. O que mudou? A empresa mudou? Não. O relacionamento dele com a empresa mudou. Quando havia vínculo, havia defesa. Quando o vínculo ...
A vida cristã não foi projetada para ser vivida de maneira isolada. Desde os primeiros dias da Igreja, encontramos nas Escrituras uma comunidade reunida para aprender, orar, compartilhar, servir e anunciar o Evangelho. Por isso, estar inserido em uma comunidade de fé saudável e comprometida com a Palavra de Deus vai muito além de simplesmente frequentar um templo. É fazer parte de um ambiente onde a fé pode ser fortalecida, os dons podem ser desenvolvidos e a vida espiritual pode ser edificada. A Palavra como alimento espiritual O crescimento cristão está diretamente relacionado ao alimento espiritual que recebemos. Pedro apresenta a Palavra de Deus como alimento necessário para o desenvolvimento da fé: “Desejai afetuosamente, como meninos recém-nascidos, o leite racional, não adulterado, para que por ele vades crescendo.” 1 Pedro 2:2 Paulo também orienta Timóteo a manejar corretamente a Palavra da verdade. A mensagem é clara: uma comunidade cristã precisa valorizar as Escritur...