Existe uma verdade espiritual, humana e até filosófica que atravessa os séculos: quando a liderança perde o temor, a vigilância, o compromisso e a disposição de crescer, aquilo que ela produz começa a apodrecer lentamente. Na natureza, um fruto não apodrece de um instante para outro. Primeiro ele perde o brilho. Depois perde o sabor. Depois perde a utilidade. Por fim, passa a contaminar aquilo que está ao seu redor. Assim também acontece com líderes acomodados. Um líder acomodado não é apenas aquele que “parou”. É aquele que perdeu a disposição de lutar, aprender, corrigir, ouvir Deus, servir pessoas e carregar responsabilidades com temor. A acomodação espiritual gera: cultos frios; ministérios sem direção; igrejas sem evangelismo; líderes inseguros; ambientes religiosos sem vida; pessoas feridas; talentos sufocados; ausência da presença de Deus. A Bíblia mostra que Deus nunca teve compromisso com comodismo espiritual. Jesus declarou: “Toda vara em mim que não dá fruto, a tira; e limpa...
Uma igreja não cresce apenas pela quantidade de pessoas presentes em seus cultos. Uma igreja cresce verdadeiramente quando há temor a Deus, justiça, amor, comunhão, evangelismo, compromisso com a Palavra e direção do Espírito Santo. Ao longo da caminhada cristã, torna-se impossível não perceber que muitos ministérios adoecem não pela falta de recursos financeiros, estrutura ou talentos, mas pela ausência de princípios bíblicos na liderança. A Bíblia ensina que o líder deve ser exemplo do rebanho, servo, equilibrado, incentivador, justo e comprometido com a obra de Deus. “Apascentai o rebanho de Deus que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto; nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho.” (1 Pedro 5:2-3) Entretanto, algumas atitudes têm produzido tristeza, escândalo, divisão e enfraquecimento espiritual dentro de muitos ministérios. QUANDO UM MINISTÉRIO DE LOUVOR É D...