Existem líderes que não foram curados — e, por isso, passam a governar a partir das suas dores. São homens e mulheres que carregam frustrações, rejeições, fracassos pessoais e espirituais. Em vez de levarem essas feridas aos pés de Cristo, permitem que elas se transformem em amargura, rancor e desejo de controle. A Palavra de Deus já nos alerta: “Tende cuidado, para que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem.” (Hebreus 12:15) A amargura nunca fica isolada. Ela contamina ambientes, destrói relacionamentos e, quando está em um líder, compromete toda uma igreja. Um líder que não perdoa se torna incapaz de pastorear com graça. “Suportai-vos uns aos outros, e perdoai-vos uns aos outros... assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também.” (Colossenses 3:13) Quando esse princípio é quebrado, o ministério deixa de ser um lugar de cura e passa a ser um campo de controle emocional. Esses líderes, mu...
Há decisões que não apenas interrompem um trabalho. Elas ferem, confundem, desestruturam e deixam marcas profundas no corpo de Cristo. Mas a pergunta que ecoa, e que precisa ser feita com coragem, é: O que leva uma liderança a destruir um ministério que estava sendo usado por Deus? UM CENÁRIO INCOMPREENSÍVEL Como se explica: Encerrar um ministério que vinha abençoando vidas? Silenciar adoradores comprometidos? Interromper um trabalho que estava gerando crescimento espiritual? Excluir um presbítero do púlpito sem explicação? Desarticular um grupo que servia com excelência? E mais: Como justificar o fim de uma obra às vésperas de completar quatro anos, logo após um culto de ação de graças poderoso, com a participação de outras igrejas e ministérios? Isso não é apenas uma decisão administrativa. Isso é espiritual. QUANDO O HOMEM ASSUME O CONTROLE A Palavra de Deus nos alerta sobre o perigo de lideranças que deixam de ser guiadas por Deus e passam a agir segundo seus próprios interes...