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Auê - A Fé Ganhou: Gospel ou Candomblé?

  Letra - Auê (A Fé Ganhou) Compositores: Filipe Da Guia e Marco Telles Pode entrar, eu ouvi, alagou o olhar Quando o lustre tá no chão, onde os meus estão? Com a folha, eu aprendi como se deve cair E agora, com as mãos estendidas Você quer me levantar, diz que aqui é meu lugar Com minhas roupas, minhas falhas, minhas brigas Com a folha, eu aprendi como se deve cair E agora, com as mãos estendidas Você quer me levantar, diz que aqui é meu lugar Com minhas roupas, minhas falhas, minhas birras Auê (auê, auê, auê, auê, auê) (Auê, auê, auê) Com a folha, eu aprendi como se deve cair E agora, com as mãos estendidas Você quer me levantar, diz que aqui é meu lugar Com minhas roupas, minhas falhas, minhas birras Agora que o Zé entrou e todo mundo viu E todo mundo olhou e todo mundo riu Ninguém se acostumou, mas o Céu se abriu Agora que a fé ganhou e a Maria sambou Sua saia balançou, alguém se incomodou Com a cor que ela mostrou, mas o Céu coloriu Agora que o Zé entro...
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ATOS 2 NÃO É MÉTODO — É VIDA - Por: Presbítero Marcos Benedito - Igreja Chama Vida PG

O poder da igreja nasce dentro, antes de alcançar fora.  Muitos perguntam: o que fazia a obra da igreja primitiva repercutir com tanta força?  De onde vinha o poder, a autoridade espiritual e o crescimento descritos em Atos 2? A resposta não está em estratégias humanas, nem em ativismo religioso. Está em um modelo espiritual claramente revelado nas Escrituras. A Bíblia diz: “E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações.” (Atos 2:42) Antes de sinais, milagres e crescimento, havia fundamento. A igreja primitiva era uma igreja alicerçada. 🧱 O QUE SUSTENTAVA O PODER DA IGREJA PRIMITIVA? O texto de Atos 2:42–47 nos mostra sete pilares espirituais: 1. Perseverança na Palavra Eles permaneciam firmes na doutrina dos apóstolos. Não viviam de opiniões pessoais, nem de conveniências humanas. Jesus afirmou: “Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos.” (João 8:31) O poder nasce da permanência na Palavra. 2. Co...

O REINO DE DEUS E A ARMADILHA DO EGO - Por: Presbítero Marcos Benedito

Quando interesses pessoais se sobrepõem ao projeto coletivo, o Reino de Deus deixa de ser prioridade e passa a ser apenas instrumento de ambições humanas. A Bíblia é clara ao mostrar que esse tipo de postura sempre produz divisão, estagnação espiritual e destruição de bons frutos. A seguir, analisamos esse comportamento à luz das Escrituras: ⚠️ 1. Decisões pessoais sem ouvir o corpo Tomar decisões sozinho, sem consultar os irmãos, revela orgulho e autossuficiência. “Na multidão de conselheiros há segurança.” (Provérbios 11:14) Jesus nunca agiu isoladamente. Ele formou discípulos, caminhou com eles, ouviu, ensinou e compartilhou responsabilidades. Até mesmo na escolha dos doze, passou a noite em oração (Lucas 6:12–13). Já Roboão, ao desprezar os conselhos dos mais experientes e ouvir apenas seus amigos, dividiu o reino de Israel (1 Reis 12). Uma liderança que não escuta destrói o que poderia ser edificado. 👨‍👩‍👧‍👦 2. Favorecimento de familiares e pessoas próximas Quando cargos, funç...

Acepção de Pessoas, Exclusão e Assassinato Espiritual

“Meus irmãos, não tenhais a fé em nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória, em acepção de pessoas.” (Tiago 2:1) A Igreja de Cristo foi concebida para ser corpo, família e abrigo. No entanto, ao longo dos anos, muitas comunidades têm sido contaminadas por práticas que nada têm a ver com o Evangelho: panelinhas, favoritismo, política de exclusão, manipulação emocional, valorização seletiva de pessoas e descarte silencioso daqueles que já não são considerados “úteis”. Essas atitudes não são apenas erros administrativos. Biblicamente falando, são pecados espirituais graves, porque atingem diretamente vidas, vocações e chamados. 1. Acepção de pessoas é pecado declarado A Palavra é clara e direta: “Porque Deus não faz acepção de pessoas.” (Romanos 2:11) “Mas, se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado.” (Tiago 2:9) Quando líderes passam a investir apenas nos chamados “de confiança”, promovendo alguns enquanto desvalorizam outros — inclusive membros antigos, fiéis e trabalhadores — isso...

QUANDO A MENTIRA SOBE AO PÚLPITO - Por: Presbítero Marcos Benedito - Igreja Chama Viva PG

  O púlpito deveria ser o lugar da verdade, da revelação e da direção de Deus para o Seu povo. No entanto, a Bíblia alerta que nem tudo o que é pregado em nome de Jesus vem do Espírito Santo. Vivemos dias em que muitos confundem unção com eloquência, autoridade com cargo e revelação com opinião pessoal. Por isso, torna-se urgente discernir: de onde vem aquilo que está sendo ensinado? Jesus foi claro: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida.” (João 14:6) Se Cristo é a verdade, tudo o que se afasta dela já não procede de Deus. 1. A origem espiritual da mentira Jesus declarou: “Ele é mentiroso e pai da mentira.” (João 8:44) A mentira não nasce no coração de Deus, nem é fruto do Espírito Santo. Sua origem é espiritual, e sua fonte é o adversário. Paulo confirma: “Nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios.” (1 Timóteo 4:1) Portanto, quando uma falsa doutrina é pregada, não estamos lidando apenas com erro humano, mas co...

UMA VEZ SALVO, SALVO PARA SEMPRE? Por: Presbítero Marcos Benedito - Igreja Chama Viva PG

Nos últimos anos, tem se popularizado em muitas igrejas a afirmação: “Aceitou Jesus? Então está salvo para sempre.” À primeira vista, parece uma mensagem de conforto. Mas, à luz das Escrituras, percebemos que essa doutrina produz efeitos espirituais profundos — e perigosos. A pergunta que precisamos fazer não é apenas se isso é agradável de ouvir, mas: 👉 Isso é bíblico? 👉 Que tipo de crente esse ensino forma? 👉 A quem ele realmente beneficia? 🎯 1. Um povo acomodado espiritualmente Quando a salvação é apresentada como algo automático e irrevogável, independente de conduta, obediência e santificação, o resultado é previsível: • perda do temor do Senhor • abandono da vigilância espiritual • tolerância com o pecado • fé superficial • vida cristã sem compromisso A Bíblia alerta: “Aquele, pois, que pensa estar em pé, veja que não caia.” (1 Coríntios 10:12) Se a queda fosse impossível, esse alerta não faria sentido. Jesus foi direto: “Mas aquele que perseverar até o fim será salvo.” (Mate...

Pregando Inverdades - Presbítero Marcos Benedito

Nos últimos anos, tem se tornado cada vez mais comum ouvir, em muitos púlpitos, a afirmação de que aceitar Jesus é exatamente o mesmo que ser batizado no Espírito Santo. À primeira vista, essa ideia parece simples, prática e até confortável. Porém, quando confrontada com as Escrituras, revela-se uma perigosa distorção doutrinária. A Bíblia mostra claramente que conversão e batismo no Espírito Santo são experiências distintas, complementares, mas não idênticas. Confundir essas duas verdades compromete o crescimento espiritual do crente e enfraquece o poder da Igreja. 1. O Novo Nascimento e o Revestimento de Poder Aceitar Jesus é o início da caminhada cristã. É o novo nascimento. Jesus declarou: “Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de Deus.” (João 3:5) Paulo afirma: “Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.” (Romanos 10:9) Isso trata da sa...