Existe uma experiência que talvez seja difícil explicar para quem nunca assumiu a responsabilidade de transmitir uma mensagem bíblica diante de uma igreja: a sensação de que, em determinados momentos da pregação, suas próprias forças já não são suficientes para sustentar aquilo que está acontecendo. Costumo comparar essa experiência, figurativamente, à sensação de alguém que recebe uma descarga elétrica de 110 volts. É como se o organismo inteiro recebesse um impacto inesperado. O coração acelera, as pernas tremem, o raciocínio parece mudar de velocidade e a percepção de si mesmo fica completamente diferente. Mas existe uma diferença fundamental nessa comparação: enquanto uma descarga elétrica representa um perigo real à vida, a experiência espiritual que procuro descrever é a percepção de nossa fragilidade humana diante da responsabilidade de falar em nome de Deus. É nesse momento que compreendemos que o púlpito não pode ser tratado como um palco para apresentações pessoais. Prega...
Você já parou para pensar que, há mais de cinquenta anos, a televisão e o cinema já apresentavam tecnologias que, naquela época, pareciam pertencer exclusivamente ao mundo da imaginação? Batman e Robin utilizavam equipamentos de comunicação, dispositivos de rastreamento e aparelhos que permitiam localizar pessoas e transmitir informações a distância. Na série Jornada nas Estrelas , os personagens utilizavam comunicadores portáteis que lembravam muito os celulares que conhecemos atualmente. Podiam se comunicar com a nave mesmo estando em outros planetas. Também utilizavam sistemas de teletransporte, capazes de transportá-los de um lugar para outro, como se a distância simplesmente deixasse de existir. Nos filmes de James Bond, o famoso agente 007, e em tantas outras produções de ficção científica e espionagem, já encontrávamos equipamentos inteligentes, computadores capazes de processar informações, sistemas de vigilância, reconhecimento e tecnologias que antecipavam conceitos que ho...