Uma reflexão sobre a diferença entre a adoração bíblica e a centralidade do homem na música contemporânea Vivemos uma época em que grande parte das músicas cristãs é construída sobre declarações como: "Você vai vencer", "Sua vitória chegou", "Deus vai te entregar a bênção", "Você nasceu para conquistar" e "Chegou o tempo da sua exaltação". São mensagens que, à primeira vista, produzem encorajamento e esperança. Entretanto, surge uma pergunta importante para a Igreja: Essa linguagem é fundamentada nos Salmos, o maior hinário da Bíblia? Para responder a essa questão, precisamos voltar às Escrituras e observar cuidadosamente o conteúdo da adoração bíblica. O QUE OS SALMOS REALMENTE ENSINAM? Sem dúvida, os Salmos falam de vitória, proteção, livramento, provisão e cuidado divino. Davi declarou: "O Senhor é o meu pastor; nada me faltará." (Salmo 23:1) Também afirmou: "O Senhor é a minha luz e a minha salvação; a quem temerei?...
Uma das maiores tragédias espirituais que pode acontecer dentro de uma igreja não é a falta de recursos, a falta de membros ou a falta de estrutura. A maior tragédia acontece quando um homem passa a acreditar que a igreja pertence a ele. Quando isso acontece, a visão do Reino desaparece e nasce um império pessoal. A obra de Deus deixa de ser conduzida pelo Espírito Santo e passa a ser conduzida pelos interesses, medos, inseguranças e ambições humanas. Aquele que deveria ser pastor transforma-se em controlador. Aquele que deveria alimentar as ovelhas passa a utilizá-las. Aquele que deveria libertar passa a aprisionar. Aquele que deveria apontar para Cristo passa a apontar para si mesmo. Jesus nunca chamou homens para serem proprietários do rebanho. O próprio Senhor declarou: "Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas." (João 10:11) Observe que Jesus deu Sua vida pelas ovelhas. Existem líderes que exigem que as ovelhas deem suas vidas por eles. Cristo carreg...