O púlpito é o espelho que toda a igreja reproduz, tanto para dentro quanto para fora do seu espaço físico e espiritual. É no púlpito que a chama permanece acesa ou apagada. É a partir do púlpito que as pessoas passam a viver dentro de uma atmosfera saudável ou adoecida. Se do púlpito transbordam amor, graça, perdão e união, é isso que envolverá toda a igreja. A congregação passa a refletir aquilo que recebe: comunhão, fé e crescimento espiritual. A Palavra de Deus nos orienta claramente em Romanos 12:9: “O amor seja sem hipocrisia.” Ou seja, que o amor não seja fingido. Quando o amor é verdadeiro, ele gera confiança, comunhão e liberdade para que o Espírito de Deus opere no meio do seu povo. Mas quando no púlpito existe fingimento, desconfiança, mentira ou hipocrisia, inevitavelmente essa atmosfera contamina toda a igreja. Onde há desconfiança e fingimento, a presença do Espírito Santo não se manifesta plenamente. Em ambientes assim não há avivamento, não há cura, não há libertaç...
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