Existem líderes que não foram curados — e, por isso, passam a governar a partir das suas dores. São homens e mulheres que carregam frustrações, rejeições, fracassos pessoais e espirituais. Em vez de levarem essas feridas aos pés de Cristo, permitem que elas se transformem em amargura, rancor e desejo de controle. A Palavra de Deus já nos alerta: “Tende cuidado, para que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem.” (Hebreus 12:15) A amargura nunca fica isolada. Ela contamina ambientes, destrói relacionamentos e, quando está em um líder, compromete toda uma igreja. Um líder que não perdoa se torna incapaz de pastorear com graça. “Suportai-vos uns aos outros, e perdoai-vos uns aos outros... assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também.” (Colossenses 3:13) Quando esse princípio é quebrado, o ministério deixa de ser um lugar de cura e passa a ser um campo de controle emocional. Esses líderes, mu...
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