Perseverança Ministerial em Meio à Oposição Eclesiástica - PRESBITERO MARCOS BENEDITO - REDE GOSPEL OFICIAL - 09/09/2025
Estou em uma igreja, onde em três anos, mesmo eu exercendo o chamado de Deus para o presbitério, me foram concedidas apenas três oportunidades para pregar!
Uma igreja, onde eu fui proibido de fazer a ministração do louvor, alegando-se que o meu compromisso era o de cantar e não de levar uma mensagem durante a execução ou introdução ao louvor.
Uma igreja, onde ao propor ensinar as pessoas gratuitamente a tocar um instrumento, deparo-me com o impedimento das pessoas em utilizar os instrumentos própria igreja, alegando-se não terem autorização para isto.
Uma igreja, onde o grupo de louvor que eu liderava, teve as oportunidades para louvar reduzida de oito vezes, para apenas três, durante todo o mês, devido um Plano que não nos foi nem apresentado.
Uma igreja que adotou um Planejamento, sem sequer me ser apresentado, alterando todo o plano de trabalho elaborado para o grupo dos varões.
Uma igreja que introduziu o ensino semanal denominado "Curso de Maturidade no Espírito", totalmente voltado para os ideais pregados pelo calvinismo, deixando de ensinar o tradicional curso da Escola Bíblica Dominical (EBD), baseada integralmente nos ensinos bíblicos, obrigando aos obreiros e a todos responsáveis por algum ministério, participarem, sem o direito de escolha.
Uma igreja, onde um jovem manifesta a vontade de participar do Grupo de Jovens, e é dito para ele que ele não pode participar devido ao cabelo grande, e se ele não cortar o cabelo, ele irá para o inferno. Este mesmo jovem, é o que manteve-se fiel às aulas de violão, que ministramos gratuitamente, e está completando um ano e meio de curso realizado em minha casa, por total falta de apoio e condições, destas aulas serem ministradas na igreja.
Uma igreja, onde constantemente, todos os obreiros que se assentavam no púlpito, tinham oportunidade, e eu, enquanto presbítero, era intencionalmente esquecido.
Uma igreja que prefere louvar a Deus de qualquer jeito, sem considerar que existem pessoas capacitadas, dispostas a oferecer o melhor para o Senhor.
Uma igreja, onde no "Curso Prático de Violão", ministrado gratuitamente por nós, não permite que os instrumentos sejam utilizados, durante a aula, mesmo que o aluno tenha dificuldades reais de apresentar um instrumento depróprio.
Uma igreja, onde não se permite que os instrumentos e equipamentos, sejam usados para a realização de "Campanha de Evangelismo", mesmo quando isto acontece em frente a própria igreja.
Uma igreja, que se inibe a realização de "Campanha de Evangelismo", com a alegação de que é necessário "muito preparo espiritual" para realizá-lo, mesmo tendo a participação de dois presbíteros, juntamente com outros obreiros!
Recentemente, constatei que todos os vídeos, registros, filmagens de todos os eventos realizados na igreja, nos últimos dois anos e publicados nas Redes Sociais, como, Instagram, Facebook, e outros, foram deletados, simplesmente pelo fato de se ter trocado a equipe de mídia, apagando todos os registros histórico anteriores. Ok
Uma igreja que ao invés de zelar pela união da família, adota o procedimento de convidar ao patriarca a mudar de congregação, dizendo que a "carta de apresentação", não é nenhum problema.
Uma igreja, onde o obreiro é retirado do púlpito, da direção do grupo de louvor dos varões, e do acompanhamento dos hinos da harpa, com o único argumento que "o nosso ciclo acabou, eu não me vejo mais no mesmo púlpito com o irmão, assim como foi com outros pastores que já passaram por aqui!".
Uma igreja, que ao se deparar com um obreiro entristecido, e até mesmo ausente de alguns cultos, opta por desliga-lo de todos os seus trabalhos, convidando-o para mudar de igreja, ao invés de organizar um grupo de oração para fazer uma visita, ou sequer, a visita de um obreiro com o objetivo de orar e interceder no sentido de fortalecer e resgatar o ausente.
Mas em o Nome de Jesus, é nesta mesma igreja, que eu vou permanecer, sabendo que a obra não é do homem e sim de Deus, e que além disso, independentemente do fato de eu estar encima de um púlpito, Deus me chamou, abençoou e me ungiu para exercer o meu ministério.
Uma igreja, onde por volta do ano de 2007, fui ungido ao presbitério pelo pastor-presidente que veio da cidade de Extrema, para participar de uma festividade, onde também além de mim, derramou o óleo da unção na cabeça de mais três obreiros. Depois de algum tempo, solicitei a carta de apresentação ao pastor, também recém conduzido pelo pastor-presidente, para que eu fizesse trabalhar e residir em Araçatuba. Para minha surpresa, ao apresentar a carta de apresentação na Assembleia de Deus Madureira em Araçatuba, está estava com a palavra presbítero riscada a caneta, com a palavra diácono, escrito no lugar. Depois de um ano e meio servindo a Deus como diácono, fui apresentado pelo pastor-presidente do Campo Araçatuba, como presbítero numa reunião com mais de 500 obreiros.
Uma igreja, onde ardilosamente e com muita sutileza, o pastor pediu-me para eu deixar de ocupar o meu lugar no púlpito, junto aos dados presbíteros e pastores, retirando-me da liderança do "Grupo dos Varões", não apresentando nenhuma justificativa e nem um motivo, e que posteriormente, alegou para o segundo pastor, uma série de inverdades e falsas alegações, adotando a postura covarde de justificar o seu erro com falsidades, mentiras e ilações ao meu respeito, e que passados um ano e quatro meses, até este exato momento, não apresentou motivo algum, pelo ato cometido, nem para mim, nem para a minha esposa, e nem tão pouco para os demais obreiros e membros da igreja.
Quando cheguei na igreja, no meu mais recente retorno, que já completam quase quatro anos, conheci um pastor chamado Antônio. Este pastor, manifestou o desejo de participar do Grupo de Louvor dos Varões. Ao participar, estabelecemos um vínculo de amizade, onde ele começou a trocar confidências comigo, queixando-sr de não ter nenhuma oportunidade na igreja. Eu e a minha esposa dizíamos a ele que iríamos orar para Deus mudar este quadro. Ele dizia estar muito triste e chateado, e que se "sentia como um vaso de planta, encima do púlpito!". Passaram-se seis meses sem que este quadro mudasse. Todas as vezes que ele se encontrava comigo, ele falava das tristezas que ele acumulava por causa da rejeição injustificada. Com o passar do tempo, ele véio a falecer, quando já estava em outra igreja.
É exatamente nesta igreja, diante de todas humilhações, afrontas, indiretas e acusações, que eu vou permanecer juntamente com a minha família. Enquanto Deus me quiser neste lugar, permaneço pois tenho a certeza que a obra pertence a Deus, não ao homem, e Ele quem colocou, e é Ele, quem vai tirar!


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