Há igrejas que carregam títulos como missionária, apostólica ou reformada, mas diante de Deus o nome não sustenta uma obra sem vida. A Palavra declara em Apocalipse 3:1: “Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives, e estás morto.” Uma igreja que não evangeliza, não visita e não cuida de almas já se afastou da sua missão. Jesus foi claro ao ordenar em Marcos 16:15: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.” Ignorar isso não é detalhe, é desobediência.
Quando se prega amor, mas se vive divisão, quando se fala de comunhão, mas se praticam panelinhas, evidencia-se um estado de carnalidade, como está escrito em 1 Coríntios 3:3. O próprio Jesus confrontou essa realidade em Mateus 15:8 ao dizer: “Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim.” Deus não habita em um ambiente de aparência, mas de verdade.
Uma liderança que declara não conseguir perdoar revela uma falência espiritual grave, pois o fundamento do Evangelho está no perdão. Jesus afirmou em Mateus 6:15 que, se não perdoarmos, também não seremos perdoados. Sem perdão não há Evangelho, e sem Evangelho não há igreja.
Quando o púlpito se torna instrumento de controle humano, e pessoas são afastadas sem transparência, utilizando justificativas vagas, isso contraria o ensino bíblico. Em 1 Pedro 5:2-3 está escrito que o rebanho deve ser apascentado, não dominado. O púlpito não pertence a homens, pertence a Deus.
No louvor, Deus também exige zelo. Não se trata apenas de cantar, mas de oferecer algo digno ao Senhor. Uma igreja que não cuida dos instrumentos, que não busca excelência, que não se dedica a crescer e desenvolver os seus ministros, está apresentando a Deus algo relaxado. Jeremias 48:10 declara que é maldito aquele que faz a obra do Senhor de forma negligente. O louvor precisa de temor, preparo e compromisso. A Palavra também ensina em Salmos 33:3: “Cantai-lhe um cântico novo, tocai bem e com júbilo.” Tocar bem também é bíblico. Desleixo não é humildade, é falta de zelo.
Uma igreja que prega uma linha doutrinária, mas vive outra, gera confusão. E a Escritura afirma em 1 Coríntios 14:33 que Deus não é Deus de confusão. Sem fundamento sólido, o povo se perde, e a igreja permanece estagnada.
Permanecer por anos sem crescimento, sem frutos e sem avanço não pode ser romantizado como fidelidade. Em Mateus 7:19 está escrito que toda árvore que não dá bom fruto é cortada. Deus espera frutos, transformação e vida.
O verdadeiro problema não está fora, mas dentro. Não é o mundo, não é perseguição, não é o sistema. É a ausência de arrependimento. Apocalipse 2:5 traz o chamado claro: “Lembra-te de onde caíste, arrepende-te.” Deus ainda chama, ainda dá oportunidade, mas não negocia a verdade. Sem arrependimento, o próprio Senhor declara que removerá o candeeiro do seu lugar.
As palavras de Jesus continuam ecoando: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.” (Apocalipse 2:7)
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