DEBRUCE-SE SOBRE A PALAVRA.
Quem assume a responsabilidade de ministrar a Palavra de Deus precisa compreender que o púlpito não é lugar para improvisação, exibicionismo ou opiniões pessoais.
É necessário estudar.
É necessário conhecer as Escrituras.
É necessário debruçar-se sobre o texto bíblico antes de apresentá-lo à igreja.
Até mesmo a leitura revela o nível de preparo de quem ministra. Quando o pregador tropeça repetidamente nos nomes de pessoas, cidades e acontecimentos registrados nas Escrituras, isso pode revelar que falta intimidade com o texto que está sendo apresentado.
Conhecer a Bíblia não é apenas saber citar versículos. É conhecer aquilo que está sendo anunciado.
NÃO FALE SOBRE O QUE VOCÊ NÃO DOMINA
Outro princípio fundamental é reconhecer os limites do próprio conhecimento.
O pregador não precisa transformar o púlpito em uma tribuna para falar sobre economia, política, gestão pública, atribuições de cargos políticos, legislação, projetos de lei ou qualquer outro assunto que não domine.
A credibilidade também está em saber sobre o que se deve falar — e sobre o que não se deve falar.
Quando o assunto exige conhecimento técnico específico, opiniões improvisadas podem comprometer a mensagem e desviar a atenção daquilo que realmente importa.
O púlpito foi confiado para anunciar a Palavra.
CERTEZA, NÃO ESPECULAÇÃO
A mensagem bíblica não deve ser construída sobre especulações.
Expressões como “eu acho”, “acredito que”, “talvez” e outras semelhantes não podem substituir o estudo cuidadoso das Escrituras.
Onde a Bíblia afirma, o pregador deve afirmar.
Onde o texto não autoriza uma conclusão, o pregador não deve inventá-la.
A autoridade não está na confiança da voz do pregador, mas na fidelidade à Palavra de Deus.
O CENTRO DA PREGAÇÃO É JESUS
Existe ainda um cuidado indispensável: o pregador não pode ocupar o lugar que pertence a Cristo.
A igreja não se reúne para conhecer as conquistas pessoais de quem está no púlpito.
Não está ali para ouvir uma longa exposição sobre a vida do pregador, suas realizações, seus problemas ou sua trajetória.
Experiências pessoais podem, eventualmente, servir como ilustração. Mas não podem assumir o centro da mensagem.
Quem deve ocupar o centro é Jesus Cristo.
O pregador é instrumento.
A Palavra é a mensagem.
Cristo é o centro.
MENOS “EU”. MAIS CRISTO.
Uma pregação verdadeiramente cristocêntrica conduz a igreja para as Escrituras e, por meio delas, para Cristo.
O objetivo não é fazer com que as pessoas saiam dizendo:
“Que pregador extraordinário!”
O objetivo é que saiam dizendo:
“Como a Palavra de Deus falou comigo!”
Porque o púlpito não existe para promover homens.
Existe para anunciar a verdade de Deus.
RGO NEWS
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REDE GOSPEL OFICIAL Quando o homem ocupa o centro, o Evangelho perde espaço.
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