“Meus irmãos, não tenhais a fé em nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória, em acepção de pessoas.” (Tiago 2:1) A Igreja de Cristo foi concebida para ser corpo, família e abrigo. No entanto, ao longo dos anos, muitas comunidades têm sido contaminadas por práticas que nada têm a ver com o Evangelho: panelinhas, favoritismo, política de exclusão, manipulação emocional, valorização seletiva de pessoas e descarte silencioso daqueles que já não são considerados “úteis”. Essas atitudes não são apenas erros administrativos. Biblicamente falando, são pecados espirituais graves, porque atingem diretamente vidas, vocações e chamados. 1. Acepção de pessoas é pecado declarado A Palavra é clara e direta: “Porque Deus não faz acepção de pessoas.” (Romanos 2:11) “Mas, se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado.” (Tiago 2:9) Quando líderes passam a investir apenas nos chamados “de confiança”, promovendo alguns enquanto desvalorizam outros — inclusive membros antigos, fiéis e trabalhadores — isso...
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